
A Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, a PEC que obriga autorização da Câmara ou do Senado para que o STF processe parlamentares. O texto, apelidado de PEC da Impunidade, foi aprovado por 344 votos a favor e 133 contra.
Na bancada baiana, o racha ficou claro: a grande maioria da esquerda votou contra, enquanto a esmagadora maioria da direita votou a favor da blindagem, um dos votos favoráveis à PEC da impunidade foi do deputado Neto Carletto (Avante), bem votado no Extremo Sul baiano.
Como votaram os baianos
A favor:
Adolfo Viana (PSDB), Arthur Maia (União), Bacelar (PV), Capitão Alden (PL), Claudio Cajado (PP), Dal Barreto (União), Diego Coronel (PSD), Elmar Nascimento (União), Félix Mendonça Jr (PDT), Gabriel Nunes (PSD), José Rocha (União), Leo Prates (PDT), Leur Lomanto Jr. (União), Márcio Marinho (Republicanos), Mário Negromonte Jr (PP), Neto Carletto (Avante), Paulo Azi (União), Paulo Magalhães (PSD), Raimundo Costa (Podemos), Ricardo Maia (MDB), Roberta Roma (PL) e Rogéria Santos (Republicanos).
Contra:
Alice Portugal (PCdoB), Antonio Brito (PSD), Charles Fernandes (PSD), Daniel Almeida (PCdoB), Ivoneide Caetano (PT), Jorge Solla (PT), Joseildo Ramos (PT), Josias Gomes (PT), Lídice da Mata (PSB), Otto Alencar Filho (PSD), Pastor Isidório (Avante), Valmir Assunção (PT), Waldenor Pereira (PT) e Zé Neto (PT).
Abstenção: Alex Santana (Republicanos).
Ausentes: João Leão (PP) e João Carlos Bacelar (PL).
A PEC ainda terá análise de destaques antes de seguir para o Senado. A oposição denuncia que a proposta abre caminho para a impunidade, enquanto a base governista e partidos de centro afirmam que a medida é necessária para limitar o poder do STF.